Translate

sexta-feira, 15 de novembro de 2024

A INSTITUCIOLATRIA EVANGÉLICA


Que a Graça e a Paz de nosso Senhor Jesus Cristo sejam com todos.
Hoje, quero abordar um tema que muitos preferem ignorar. Contudo, como luz do mundo, somos chamados a esclarecer o caminho com a Palavra de Deus, ajudando a evitar que pessoas tropecem em armadilhas ao longo da jornada.
 

O que trago para reflexão é algo que denominei INSTITUCIOLATRIA.

Esse termo une "instituição" e "latria" (adoração), expressando a ideia de uma veneração exagerada ou idolatria a uma organização institucional, muitas vezes em detrimento de princípios e crenças superiores.

 Nos dias atuais, encontramos uma infinidade de denominações religiosas espalhadas pelo mundo. Quero, no entanto, relatar o que vivenciei em minha trajetória cristã: a instituciolatria evangélica.

 Reconheço que existem comunidades evangélicas guiadas por líderes comprometidos e sinceros, verdadeiros filhos de Deus, que ensinam a Palavra como ela deve ser proclamada, reunindo os fiéis de maneira saudável e edificante.

 Entretanto, assim como há luz e trevas, também encontramos instituições que trilham as sombras com práticas que destoam dos propósitos estabelecidos pelo Senhor.

 Provavelmente, você já ouviu alguém afirmar que a "igreja certa" é a “X” ou a “Y” e que apenas os integrantes de determinada organização possuem a verdade e o direito à salvação. Esse tipo de mentalidade, associado a um espírito religioso opressivo, deu origem a pessoas jurídicas de atividade religiosa, que ostentam nomes fantasia em seus templos, como “igreja X” ou “igreja Y”.

 Com isso, o verdadeiro significado do termo "igreja" foi corrompido ao longo dos anos. O que muitos chamam de igreja são, na realidade, entidades organizadas formalmente, com estatutos registrados em cartório. Não entendem que igreja é a reunião de pessoas e não um prédio construído onde funciona uma instituição.

O que deveria ser uma bênção para os cristãos pode acabar se tornando uma prisão espiritual. Mas por que bênção ou prisão? É bênção porque busca oferecer um ambiente estruturado para cultuar a Deus e promover encontros para esse propósito exclusivo.

 Por outro lado, transforma-se em cárcere quando líderes dessas organizações defendem suas normas internas com argumentos como: “tragam dinheiro para este local, pois aqui é a ‘casa de Deus’” ou “vocês devem obedecer cegamente ao seu pastor; se ele mandar vocês comerem areia, comam”. Esses líderes frequentemente justificam essas exigências como ordens divinas.

 Entretanto afastam o ensino bíblico que revela que Deus não habita em templos feitos por mãos humanas e sim nos seres humanos. Ou seja: o templo pode reunir a igreja, mas a casa de Deus são as pessoas que compõe a igreja.

 Já presenciei instituições que proibiam práticas como mascar chiclete, andar de bicicleta, jogar futebol, praticar esportes, cortar o cabelo ou fazer as unhas. Essas regras arbitrárias, impostas para agradar ao líder local, tratam tais práticas como pecados gravíssimos, comparáveis ao adultério ou homicídio.

 A Carta aos Colossenses alerta que aqueles que se submetem a tais regras tornam-se escravizados por homens manipuladores. Passam a ser prisioneiros dessas instituições e do medo de serem condenados ao inferno. Líderes que impõem tais regulamentos apresentam Deus de forma distorcida, diferente de como Jesus Cristo o revelou — um Deus severo, ávido por condenar por mínimos atos contrários às normas estabelecidas pela organização religiosa.

 Quantos estão aprisionados por esse tipo de regras e ainda não experimentaram o verdadeiro amor e natureza de Deus? Muitos foram tão moldados por essas normas que chegam a declarar que apenas sua denominação detém a salvação, enquanto todos os demais estão perdidos.

 Muitas vezes, também se ensina que é necessário trabalhar gratuitamente para essas organizações, sob a promessa de bênçãos futuras. Nessas comunidades, a principal pregação gira em torno do dízimo e da obediência cega aos líderes. Tais líderes reforçam práticas da antiga aliança, restauram o véu que foi rasgado.

 Chegam a proferir a heresia de afastar o sacrifício de Cristo para afirmar que o dízimo mensal é essencial para afastar um suposto "demônio devorador" e a sua não observância leva ao inferno.

 Com isso, o medo é implantado no coração das pessoas. Exigem não só dízimos, mas também ofertas e primícias, numa clara demonstração de "vinho novo em odres velhos".

 Essas organizações frequentemente funcionam como verdadeiras empresas. Não obstante isso, também são verdadeiros centros de aniquilação de potenciais ministros e líderes, pois tendo um “proprietário”, inibem o crescimento de novos ministros, temendo perder o controle de seus "impérios", que acabam sendo transmitidos como herança a seus descendentes.

 Já perceberam que muitas instituições têm como vice-presidente o filho do presidente? Já notaram que, embora aleguem que o povo pode decidir se ele permanece ou não, nunca apresentam outras opções para votação? Já repararam no medo que incutem nos liderados, impedindo que tenham vontade própria para escolher quem deve estar à frente? Já notaram que se autodenominam ungidos, mas desprezam a unção concedida por Deus, por meio de Cristo Jesus, a todos?

 Por mais que afirmem que Deus é “o dono da obra”, mostram-se verdadeiros seguidores de Mamon. Escondem da igreja o fato de que somos todos filhos de Deus, ungidos como “reis e sacerdotes”.

 Entretanto, a pregação de que somos ungidos é frequentemente combatida pelos defensores da instituciolatria, que recorrem a textos do Antigo Testamento, como as passagens sobre Coré ou a unção de Saul. Esquecem-se de que estamos sob uma nova aliança, firmada por meio de Cristo.

Somos filhos de Deus. Saiba que você é o templo de Deus. Juntos, formamos a igreja de Cristo, que pode se reunir em qualquer lugar, em espírito e em verdade.

 Se você deseja congregar em um espaço físico institucionalizado, procure saber se o líder daquele local realmente tem compromisso com Deus e com Sua Palavra ou se é apenas um “empresário” em busca de poder, utilizando ameaças verbais e opressão religiosa. Se ele pregar que o templo físico é a “casa de Deus” e que ele, como representante ungido, tem autoridade para decidir o que você deve fazer, abra os olhos.

 Que Deus continue abençoando a todos vocês.

Um abraço de seu amigo e irmão em Cristo Jesus:

 

Oráculo

 


sábado, 24 de fevereiro de 2024

 

OS ENSINOS DA NOVA ALIANÇA COMEÇAM A EMERGIR


Olá a todos. Que a graça e a Paz de Nosso Senhor Jesus Cristo sejam com vocês.

Estamos vivendo uma verdadeira corrida para a vinda de Jesus.

Profecias e Sinais se cumprindo.

Percebemos que o espírito do anticristo já iniciou sua jornada na preparação do mundo. Dentre essas preparações, podemos citar a investida para tornar Israel odiado pelas nações. 

Isso é um exemplo claro de preparação das nações para ir contra Israel, conforme está escrito no Livro de apocalipse capítulo 12. nessa visão, as águas que saem da boca da serpente são muitos povos, ao passo que a mulher com asas que é salva é Israel.

Outros cumprimentos vemos, como o avanço da inteligência artificial que será o espírito a imagem da besta, que provavelmente será um andróide ou qualquer outro ser cibernético.

Mas diante de tudo isso, vemos o levantar dos ensinos da Nova Aliança, instituída por Jesus Cristo na cruz. 

Muitas pessoas já começam a entender que não precisam de líderes eclesiásticos para se relacionar com Deus. Estão descobrindo que somente Cristo é o necessário para termos uma vida completamente sobrenatural.

Quer saber mais?

Aguarde e verá.

Um forte abraço de seu irmão e amigo:

Oráculo.

quarta-feira, 27 de julho de 2022

"DÍZIMO" - UMA ESTRATÉGIA DE MAMON NA RELIGIOSIDADE

Graça e Paz a todos os santos em Cristo Jesus. Permitam-se abordar um tema bem polêmico, mas necessário. Aviso que o texto será um pouco grande, mas lhe garanto que não vão se arrepender de terem lido. Falemos agora sobre “DÍZIMOS”. Não são poucas as investidas para justificar a obrigatoriedade do dízimo nas instituições religiosas. Dentre os argumentos utilizados pode-se listar por exemplo: O dízimo para afastar o devorador; O dízimo para manutenção da “casa de Deus”; O dízimo como complemento de uma justiça maior do que a dos fariseus. Tais argumentos são feitos sem considerar algo relevante: Os ditames da Nova Aliança.

Muitos dizem que o dízimo existe antes mesmo da própria lei mosaica. E estão certos. Dizem ainda que é um princípio que ultrapassa alianças. Já nisso não estão de todo certos, pois Adão, antes da queda, não dizimou. E mesmo Abel após a queda não deu dízimos, mas sim oferta voluntária. O defensores do dízimo como “princípio” não observam que o louvor e a adoração a Deus por meio de sacrifícios também precedem a lei mosaica e nem por isso devemos nos sentir obrigados a derramar sangues de bodes e ovelhas para termos a atenção de Deus.

A grande realidade é que a prática do dízimo possuía como razão maior de existir a manutenção de um templo e de um serviço sacerdotal. Por essa razão Malaquias apresentava a ordem de trazer todos os dízimos a casa do tesouro para que houvesse mantimento na casa de Deus. Entretanto devemos lembrar que existia somente um lugar, no mundo inteiro, que podia ser considerado como a casa de Deus: o templo em Jerusalém, localizado em Israel. Era nesse templo que exista a casa do tesouro (ou tesouraria).

O templo de Jerusalém era conhecido como a casa de Deus, e seus sacerdotes se valiam dos dízimos para terem seu alimento. Por esse princípio, todos os dízimos do mundo deveriam ser encaminhados para Israel, no intuito de reconstruir o templo. Ocorre que Jesus expôs uma verdadeira profecia quando disse: derrubem esse templo e em três dias eu o levantarei. Mas Ele falava de um novo templo a ser erguido: “O corpo de Cristo”; “A Igreja imaterial”; “o ser humano em Cristo”. Deus passaria a habitar no ser humano e não mais habitar em templos construídos por homens.

Ocorre que, com o crescimento do cristianismo a partir do século IV, houve a institucionalização da igreja. Com isso, um evangelho híbrido começou a surgir. Ou seja: começou-se a mesclar elementos da antiga aliança com a nova. “vinho novo em odres velhos”. Agora Cristo deixaria de ser o centro e a instituição ganhava força para dominar. A ideia de um templo construído ser considerado como casa de Deus retornou. De estilo de vida o cristianismo passa a ser uma religião tão legalista quanto o judaísmo.

O que popularmente muitos conhecem hoje como igreja na realidade são templos de instituições religiosas. Torceu-se a verdade de que cada ser humano é um templo e remeteu-se isso a uma estrutura construída por mãos humanas. Por tal razão é comum se ouvir nos púlpitos que todos deve trazer o dízimo a “casa do senhor” (templos construídos), alegando ser uma ordem divina. Porém não se sustenta tal fato se considerarmos a verdade de que só o templo de Jerusalém era a casa de Deus.

Seria muito mais honesto e cristão dizer: “irmãos, nós construímos um local para cultuarmos a Deus. Contudo custa dinheiro mantê-lo, por isso, assim como fazem todas as associações, cooperativas, clubes e outras instituições para se manterem, precisamos convencionar em nosso estatuto que todos contribuam com uma mensalidade no valor de 10 % do vosso salário. O objetivo principal será pagar as despesas com o templo e o salário de quem está trabalhando dentro dele. Mas não se preocupem! Vamos prestar contas de todos os recursos que entrarem e saírem.”

Infelizmente, apesar das instituições religiosas serem pessoas jurídicas cadastradas, com a total liberdade de estabelecer critérios para a associação de seus membros, muitos líderes preferem torcer as escrituras para alegarem ser uma ordem divina dar dízimos em tempos de Nova Aliança, sob a ameaça de ter todas as finanças devoradas por um demônio. Certo é que alguns líderes o fazem porque assim aprenderam. Não tiveram a oportunidade de aprofundarem-se no que está escrito e nem como agora vigora a Nova Aliança em Cristo Jesus.

É necessário que entendamos que, após a morte de Cristo, uma Nova Aliança foi firmada. Agora, todo aquele que crer em Jesus Cristo torna-se filho de Deus e está dentro de Cristo, de maneira que todo aquele que é nascido de Deus não é mais tocado pelo maligno. Agora não é o dízimo que afasta o devorador é o fato de você estar em Cristo Jesus. Atribuir ao dinheiro ofertado a capacidade de afastar o maligno é uma demonstração de torção das escrituras.

Há quem ensine inclusive que, nos tempos da graça, após a cruz ficou mais difícil e pesado seguir a Deus. Relembram que os cristãos da igreja antiga vendiam todos os seus bens e deixavam aos pés dos discípulos. Alardeiam que um casal (Ananias e Safira) foram mortos justamente porque não deram o dízimo integral. Isso é deveras maligno de se ensinar. Demonstra o quão comprometidos com o deus “mamon” (deus ligado ao dinheiro) estão muitos líderes.

Primeiramente devemos lembrar que a igreja nos tempos dos apóstolos cria piamente que Jesus voltaria nos tempos deles. Provavelmente muitos não viam mais razão para terem bens se o Messias iria leva-los para os céus. Com isso vendiam todas as suas propriedades e depositavam o valor aos pés dos apóstolos para que, em comunidade pudessem viver, e serem mantidos com os recursos entregues. Isso foi uma das razões que levou a igreja de Jerusalém passar por necessidades.

Foi por conta disso que Ananias e Safira, vendo uma grande oportunidade de terem mantimento vitalício, resolveram fazer parte da comunidade entregando seus  bens parcialmente. Afinal teriam duas seguranças: a de parte dos valores dos seus bens e uma verdadeira assistência perpétua por parte dos membros da igreja. Eles não eram cristãos. Apenas queriam se aproveitar do sistema cristão que estava se estabelecendo, o qual se assemelhava a uma verdadeira previdência social para a época.

O pecado deles os matou. Diferente do que muitos dizem, não foi o Espírito Santo que os matou. Dizer isso pode ser considerado como uma verdadeira blasfêmia. Jesus Cristo veio para dar vida e vida com abundância. Dizer que o Consolador matou um casal por não ter dado dinheiro, margeia um dos piores pecados.

Há que diga que Jesus mandou cumprir o que os fariseus cumpriam e ainda mais. Ou seja: dizimem de tudo e façam ainda mais. Jesus Cristo veio para cumprir a lei. Jamais poderia falar contra ela. Se assim não fosse a lei não passaria. Pois Ele mesmo disse que nem um jota ou til se omitiria da lei sem que tudo fosse cumprido. Ocorre que agora, na Nova Aliança em Cristo Jesus, a fardo ficou leve. Jesus cumpriu a lei e tirou o nosso jugo.

A verdadeira oferta cristã, indicada por Paulo, consiste na entrega de nossos corpos como sacrifícios vivos, santos e agradável  a Deus. Também deve-se ressaltar o fato de não mais haver um templo feito por mãos humanas que seja considerado casa de Deus. Agora Deus habita em seres humanos. A casa de Deus que agora não pode ficar abandonada são almas humanas. Jesus deixou bem claro qual era o foco da missão da igreja: vidas. Lembrem-se que Ele disse que um dia dirá a muitos:

“... Apartai-vos de mim, malditos, para o fogo eterno, preparado para o diabo e seus anjos;

Porque tive fome, e não me destes de comer; tive sede, e não me destes de beber;

Sendo estrangeiro, não me recolhestes; estando nu, não me vestistes; e enfermo, e na prisão, não me visitastes. (...) Em verdade vos digo que, quando a um destes pequeninos o não fizestes, não o fizestes a mim. Mateus 25:41-45

Hoje a casa de Deus somos nós. A bíblia deixa isso bem claro, por exemplo em Atos 7:48; 17:24, I coríntios 3:16; Romanos 8:9; Efésios 2:19-22. Assim, torcer as escrituras no sentido de dizer que um templo feito por mãos humanas é a casa de Deus, traduz-se como uma ação maligna e cruel que mata a fé de um ser humano. Promove uma idolatria institucional quem faz uma coisa dessas. Por tal razão existem muitas pessoas aflitas, doentes e angustiadas dentro das chamadas Igrejas (instituições). Não discernem bem o que vem a ser o corpo de Cristo.

Alguns chegam a dizer que do dízimo não se pode retirar nada para ajudar ninguém. Que se quisermos ajudar, seja isso feito com a parte que sobrar após o dízimo. Pergunto: se o dízimo anunciado for uma parte pertencente a Deus, alguém acha mesmo que Ele preferiria deixa-la para pintar uma parede ou pagar a parcela de uma cadeira ao invés de matar a fome de um faminto?

É muito bom ter um lugar para cultuar. Não sou contra isso. Acredito inclusive que poderíamos estabelecer mensalidades de manutenção de templos, acompanhada de uma honesta prestação de contas do que é feito dos valores empregados. Creio inclusive que existam muitas instituições religiosas sérias que são honestas na hora de pedirem contribuições. Entretanto a triste realidade é que hoje também existem muitas instituições que impõem dízimos, cuja entrega é feita sob a ameaça de uma visita demoníaca para devorar as finanças de cristãos, serve para movimentar uma de duas coisas:

 

·       “uma empresa religiosa com fins lucrativos, que é passada de pai para filho, tendo alguns agregados se beneficiando desse sistema.”

·       “um império político-econômico, cujo controle de massas, por meio do pavor do inferno e do devorador, garante que os tornem em verdadeiras moedas de troca em eleições políticas.”

 

Acham que estou exagerando? Façam uma pesquisa simples e vejam que muitos líderes não prestam contas aos liderados, mais aos seus superiores o fazem. E quando isso fazem, não tem como foco o número de pessoas alcançadas pela palavra de Deus ou por uma ajuda em suas vidas, mas alardeiam como vitória o montante arrecadado por mês. Quantos almejam liderar um grande campo de trabalho religioso não para conduzir vidas aos céus, mas porque tal campo é notoriamente rentável a quem estiver a sua frente. Quantos apresentam os membros, a candidatos políticos, como votos a serem barganhados.

A grande realidade de hoje é que Jesus Cristo tem sido retirado das pregações em muitas instituições. E o dinheiro tem sido colocado em seu lugar. Muitos pastores estão colocando mamom (deus do dinheiro)  no trono de seus corações ao invés de Cristo. O evangelho para muitos se tornou um negócio rentável. NÃO SEJAMOS ASSIM.

Lembremo-nos que vidas são a verdadeira razão de estarmos nesse mundo como igreja de Cristo. Pessoas são os templos e verdadeiras casas de Deus que não podem ser abandonados. Não é pecado ajudar a manter um templo de tijolos e seus funcionários. Mas se torna pecado dizer que isso é obrigatório sob pena de ser prejudicado por um devorador. Cristo nos libertou. Sejamos livres para sermos a Casa de Deus onde estivermos. Afinal Jesus assim falou:

 

“(...) crê-me que a hora vem, em que nem neste monte nem em Jerusalém adorareis o Pai.

Mas a hora vem, e agora é, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque o Pai procura a tais que assim o adorem.
João 4: 21, 23

 

Lembrem-se: Vidas humanas são a verdadeira semente a serem plantadas no Reino de Deus.

Um abraço a todos vocês, de vosso amigo e irmão:

 

Oráculo.


terça-feira, 3 de maio de 2022

RECOMENÇANDO: INSTITUIÇÕES RELIGIOSAS ESTÃO DESTRUINDO A FÉ.

            Saudações amigos.

Já faz um tempo que não escrevo por aqui.

Estive numa real imersão no que diz respeito a estudos bíblicos.

O resultado?

Me confrontei pesadamente, e descobri muitas coisas que desejo compartilhar. A de hoje é a seguinte:

A fé do ser humano está sob ameaça.

Uma das revelações que tive, e pretendo compartilhar é que as INSTITUIÇÕES RELIGIOSAS ESTÃO DESTRUINDO A FÉ.

Sei que o título é polêmico. Mas responde a três colocações que Jesus Cristo fez quando veio a essa terra para ser crucificado:

1ª: Eu lhes digo: ... Contudo, quando o Filho do homem vier, encontrará fé na terra? (Lucas 18:8);

2ª: Deixa o trigo crescer com o joio (Mateus 13:24-30);

3ª: Nem se deita vinho novo em odres velhos; aliás rompem-se os odres, e entorna-se o vinho, e os odres estragam-se; mas deita-se vinho novo em odres novos, e assim ambos se conservam. (Mateus 9:17)

Verificamos o bom mestre questionando os discípulos se quando ele voltasse encontraria fé na terra. A questão maior aqui não é a resposta à pergunta, mas “o porquê” ela foi feita.

Quando estudava sobre quem seria o trigo e o joio, fiquei deveras tentado a seguir o entendimento institucional de que exclusivamente um e outro se tratavam de pessoas. Entretanto, pode-se verificar que o trigo se trata da igreja verdadeira de Cristo, Invisível e fiel. O Joio pode ser entendido como a instituição religiosa.

Como podemos concluir que a instituição religiosa é o joio que envolve a verdadeira igreja? Quando observamos o esforço frequente daquela em apresentar um evangelho híbrido. Ou seja: um evangelho caracterizado como vinho novo em odres velhos.

O odre velho é a antiga aliança feita com os hebreus, o vinho novo é o da nova aliança. Quando se tenta pegar a roupagem da antiga aliança (ritos, clericalismo, sacrifícios, exigências, imposição de dízimos e ofertas, entre outros) e inserir o evangelho da nova aliança nela, a tendência real será a de ruptura.

Quantos líderes tentam introduzir a submissão incondicional ao que eles falam, evocando o título de verdadeiros mediadores entre os membros de suas instituições e Deus. Fazendo assim acabam por se tornar verdadeiros anticristos e consequentemente plantadores de joio neste mundo.

Não vou negar que reunir-se num templo de tijolos, para efetuar um culto verdadeiro, seja bom. Entretanto quando se despreza o fato de que nós somos o verdadeiro templo do Espírito Santo, e se propaga a mentira de que um templo construído de tijolos ou madeira seja a casa de Deus, abraça-se um processo de destruição da verdadeira fé em Cristo e distanciamento de Deus.

Não faça isso!

Nós todos juntos, em Cristo Jesus, somos a igreja e a casa de Deus.

Em breve voltarei com mais informações. Mas se prepare: muitas podem resultar numa verdadeira ruptura com o sistema religioso e uma profunda e real experiência com Cristo.

Um abraço de seu irmão e amigo:

Oráculo


segunda-feira, 21 de setembro de 2020

ARREBATAMENTO À VISTA - A IMPLEMENTAÇÃO DA MARCA DA BESTA COMEÇOU.

 

A pandemia iniciada pelo coronavírus proporcionou um impulso significativo para o cumprimento das profecias bíblicas. Por que digo isso? Permita-me explicar-lhe por meio de algumas observações realizadas nesse período.

Há um tempo atrás, antes mesmo do advento do COVID-19, eu havia produzido um trabalho que apontava a seguinte ideia: uma grande calamidade seria uma catalizador para acelerar a implantação de um sistema de governo mundial.

Qual não foi minha surpresa quando, antes de lança-lo em forma de arquivo, adveio a atual pandemia. A necessidade de adaptação e o temor por ser mais uma vítima do vírus, proporcionou que a forma de fazer negócios (comprar e vender) bem como a de trabalhar, ganhasse um impulso súbito.

Para se observar isso de forma clara, basta ir até um Shopping. Como assim? Ao buscar entrar num shopping, logo na portaria, você passará por uma simples triagem: verificação de temperatura. Mas a surpresa maior é que o termômetro digital geralmente é apontado para a testa ou para a mão direita.

Bom. Não estou dizendo que isso já é a leitura ou uma inserção secreta da marca da besta. Mas sem dúvidas está por gerar o costume mundial de ser identificado pela marca prevista na bíblia.

Em apocalipse 13:1.-18 está escrito:

  

“Também obrigou todos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e escravos, a receberem certa marca na mão direita ou na testa, para que ninguém pudesse comprar nem vender, a não ser quem tivesse a marca, que é o nome da besta ou o número do seu nome. Aqui há sabedoria. Aquele que tem entendimento calcule o número da besta, pois é número de homem. Seu número é seiscentos e sessenta e seis. Apocalipse 13:16-18

 

Vocês já observaram que quem não passassem na triagem realizada no shopping, não poderia entrar nem para comprar e nem para vender?

Calma. Não estamos ainda em plena demonstração da marca. Mas tenha certeza. O mundo já está em franca operação para acatar o governo mundial.

Soma-se a isso que a criação de moedas digitais que ganharam um maior incentivo. Isso eleva a necessidade de se ter marcas digitais, haja vista que moedas digitais em conta só podem ser utilizadas pelo titular da conta.

Jesus Cristo está voltando. Não precisa se preocupar com as coisas que estão acontecendo. Apenas sinta-se feliz e alegre, pois em breve estaremos subindo aos céus para conversarmos com Deus face a face.

Um grande abraço à todos.

A Graça e a Paz de nosso Senhor Jesus Cristo sejam com todos vocês.

 

Oráculo.

sexta-feira, 14 de agosto de 2020

ATENÇÃO! ENTENDAM ISSO RÁPIDO!! JESUS ESTÁ VOLTANDO!!!

 “CRISTÃO EMPREGADO”, “CRISTÃO ESCRAVO” E CRISTÃO FILHO: AS RELAÇÕES DO SER HUMANO PARA COM DEUS.


Não é uma novidade que os cristãos estão presentes no mundo aos bilhões. Contudo, apesar de dois mil anos de existência, muitos não entendem o que venha a ser o cristianismo propriamente dito. Muitos têm o cristianismo como uma religião, quando na verdade não o é. O cristianismo é um estilo de vida. Entretanto tal forma de viver depende profundamente do relacionamento que o ser humano tem com o seu criador.

Desde a raiz do cristianismo, ou seja, a forma de se relacionar e de cultuar dos hebreus verifica-se que há uma diferença na relação de pessoas para com Deus. Qual diferença? A espécie de relação abraçada. Bom, isso pode ser evidenciado na parábola que Jesus apresentou sobre o “filho pródigo”.

No evangelho escrito por Lucas, capítulo 15 versículos de 11 a 32, Jesus Cristo apresenta o relato de um home e seus dois filhos. Nesta parábola, o filho mais novo pede, levianamente, sua herança, mesmo antes de seu pai morrer; perde tudo o que recebeu do pai em uma terra distante, arrepende-se do que fez e retorna a casa do pai. Mas, diferente do que muitos pregadores têm anunciado, não é só a história do “filho pródigo” ou suas palavras ditas, que chamam a atenção.

O que o filho mais velho disse ao pai, quando não queria entrar na festa de boas vindas de seu irmão, é o que aponta os três níveis de relacionamento entre homem e Deus. O filho mais velho disse ao pai, quando esse veio lhe convidar a entrar e se alegrar:

"O filho mais velho encheu-se de ira, e não quis entrar. Então seu pai saiu e insistiu com ele.

Mas ele respondeu ao seu pai: ‘Olha! todos esses anos tenho trabalhado como um escravo ao teu serviço e nunca desobedeci às tuas ordens. Mas tu nunca me deste nem um cabrito para eu festejar com os meus amigos.” Lucas 15:28,29 – grifo nosso.

 

 

 

Note que apesar da condição de “filho”, aquele rapaz anuncia que trabalhava para o seu pai como um “escravo”, nunca desobedecendo a seus mandamentos. Ao dizer isso o pai lhe abre os olhos para algo que nunca em sua vida tinha atentado:

"...Meu filho, você está sempre comigo, e tudo o que tenho é seu.Lucas 15:31

 

Em outras palavras: você não é meu empregado e muito menos meu escravo. VOCÊ É MEU FILHO!!!

Bom. Esses são os tipos de relacionamentos que temos observados dentro do que chamamos hoje de igreja, e que na verdade são denominações, posto que “igreja” consiste nas pessoas convocados por Deus. Ou seja: nós.

Quais são os três tipos de relacionamentos?

Uma pessoa pode buscar se relacionar com Deus como um empregado, como um escravo ou como um filho. Porém, somente nos apropriamos da fé e das bênçãos de Deus, por meio do último tipo de relacionamento, ou seja: Filhos de Deus.

A “RELAÇÃO CONTRATUAL” ENTRE SERES HUMANOS E DEUS. Bom antes de mais nada, preciso dizer que esse título se dá apenas para fins didáticos, pois não há como o homem viver uma “relação contratual” com Deus, não coaduna com a natureza amorosa do Criador. Atualmente muitos cristãos, senão a maioria, estão a praticar unilateralmente esse tipo de relação, que deveras não agrada a Deus, pelo contrário: o faz ficar enfadado. Podemos visualizar um pouco do sentimento de Deus quanto a isso no livro do profeta Isaías capítulo 1, versículos de 11 à 14:

 

De que me serve a mim a multidão de vossos sacrifícios, diz o Senhor? Já estou farto dos holocaustos de carneiros, e da gordura de animais cevados; nem me agrado de sangue de bezerros, nem de cordeiros, nem de bodes.


Quando vindes para comparecer perante mim, quem requereu isto de vossas mãos, que viésseis a pisar os meus átrios?


Não continueis a trazer ofertas vãs; o incenso é para mim abominação, e as luas novas, e os sábados, e a convocação das assembleias; não posso suportar iniquidade, nem mesmo a reunião solene.
As vossas luas novas, e as vossas solenidades, a minha alma as odeia; já me são pesadas; já estou cansado de as sofrer. Isaías 1:11-14

 

Como um cristão pode estar em relação contratual com Deus?

Quantos, que se dizem cristãos, estão a ensinar erroneamente que devemos cumprir alguns rituais, se quisermos ser respondidos por Deus. Há muitos que dizem: ore e jejue durante sete semanas; faça uma campanha de setenta semanas; doe mais do que dez por cento para a construção de algum templo, e Deus vai te responder; se lance nos serviços eclesiásticos e Deus limpará sua alma. Isso é desagradável ao nosso Senhor.

Ao começar a cumprir “tarefas” para ser abençoado, o coração do indivíduo começa a se achar no direito de executar cobranças a Deus, tais como: eu não trabalhei para o Senhor? Cadê a minha bênção? Eu não servi o Senhor durante a minha vida, cadê o meu pagamento? Deus não é Deus? Por que não faz isso ou aquilo? Deus não pode curar? Então por que não cura? Se o Senhor fizer isso ou aquilo para mim, eu vou te servir!! Entende-se portanto que se Deus não der o que o “empregado” pediu (contratou), esse não verá razões para continuar ao lado de Deus.

Os cristãos empregados não adoram à Deus por quem Ele é ou por seu amor; o veneram pelo o que Ele pode dar. Ou seja: se Ele não der nada, eles fatalmente desviarão e blasfemarão do Senhor. Os cristãos “empregados” não seguem a Cristo pelo amor demonstrado na Cruz, mas pelas curas que podem ter, pelos pães multiplicados, pela nova Jerusalém feita de ouro que eles esperam possuir.

Se Deus dissesse: não tenho nada para lhes dar senão o amor, creio que muitos “cristãos empregados” desistiriam de ser cristãos e partiriam para quem pudesse lhes dar algo em troca. Não é esse tipo de relação que Deus quer com os seres humanos.

 

A “RELAÇÃO ESCRAVAGISTA” ENTRE SERES HUMANOS E DEUS. Outro tipo de relação que verificamos até hoje entre as pessoas, é a baseada na dominação e no medo, ou seja: na escravidão. Esse tipo de relação tem atravessado as mais diversas fases do cristianismo. Dentre as mais conhecidas pode-se citar o que ocorria na idade média, quando o pavor do inferno e do castigo eterno eram os discursos mais presentes para apavorar pessoas, a ponto delas não só seguirem a fé cristã, por medo, como também dar dinheiro, bens e outros recursos, que as vezes lhes faltavam, para manter as grandes catedrais e o estilo de vida extravagante dos líderes religiosos da época.

Isso ocorre até hoje. Quantos estão a esbravejar nos púlpitos, alegando que Deus castigará todo aquele que não trabalhar na igreja, ou não contribuir. Quantos estão a pregar que devem deixar pessoas sem assistência, mas jamais devem deixar de entregar dízimos. Quantos apontam obrigações da velha aliança, como se elas ainda fossem válidas após o sacrifício de Jesus Cristo na cruz.

Na relação escravagista, a religiosidade é predominante. As pessoas não seguem a Jesus Cristo porque Ele é bom e amoroso. As pessoas seguem um cristianismo deformado, e veneram a instituição religiosa, com um pavor tremendo de não frequentar os templos o suficiente para ser digno de salvação. E o pavor baseia-se na hipótese de ir para o inferno por não estar cumprindo todas as obrigações religiosas lhes impostas.

Essa relação é abominável e cruel, pois tem levado milhares a depressão e a angústia. Pessoas estão tão mergulhadas na possibilidade de um castigo cruel; são inclusive incapazes de se perdoar, mesmo ouvindo que Jesus Cristo já lhes perdoou. Vivem a angústia da incerteza da salvação e do perdão de seus pecados diariamente.

Quantos cristãos deixam-se dominar por pastores que agem como verdadeiros “capatazes” ou “carrascos”, por entender que se assim não permitirem “queimarão no fogo do inferno”. Essa relação tem como base o medo do castigo cruel. Tirem o castigo da relação, e essa não mais haverá. Deus não quer escravos. Deus quer filhos.

O perdão dos pecados não é alcançado pelo número de obras caridosas, pela frequência na “igreja”, pelo empenho nos trabalhos eclesiásticos. O perdão dos pecados foi alcançado em Cristo Jesus. Todo aquele que Nele Crer será Salvo. Todo aquele que estiver Nele não peca. É isso.

Você está em Cristo? Você crêr que ele é o Filho de Deus? Você crer que Deus o ressuscitou dos mortos? Perdoados são os teus pecados!!! Você está salvo em Cristo Jesus!!!

A “RELAÇÃO DE FILHOS” ENTRE SERES HUMANOS E DEUS. Nessa relação, mesmo não havendo ameaças ou pagamentos, continuamos ao lado de Deus, pois o vemos como um Pai amoroso. A nossa relação é de filhos. E a única coisa que precisamos fazer é crer em seu filho Jesus Cristo como Salvador.

Sei que muitos dirão: mas é só isso? Deve haver mais alguma coisa. Mais algum sacrifício. Mais alguma obrigação.

É SÓ ISSO. Não precisa mais sacrifício. Jesus Cristo morreu por nós. E se nós o aceitamos, vivemos Nele. E se vivemos Nele. Não pecamos mais.

Muitos “cristãos empregados ou escravos” dizem: se for só isso, vou desviar, pois pecarei e Ele depois me perdoará. Ora. Se você é filho de Deus, está em Jesus Cristo, e se você está em Jesus Cristo, você não peca e o maligno não lhe toca (1 João 5:18). Se você escolhe uma vida de pecados, você não esta em Cristo, aí sim, consequentemente, corre perigo.

Jesus ao se entregar por nós não garantiu contratos conosco, ou mesmo nos comprou como escravos. Jesus nos garantiu o direito de sermos filhos (João 1:12).

Logo, não se relacione com Deus pelo medo que possas ter Dele.

Não se relacione com Deus pelo que Ele pode te dar.

Venha a Jesus Cristo sem medo e sem interesses. Deus quer você como filho.

Jesus Cristo morreu na Cruz para te salvar. Ele tirou o pecado do Mundo. Não há porque você correr atrás de uma vida de Pecado ou de uma vida de escravidão; podes viver uma vida limpa e feliz com Jesus. Não será o número de vezes que você vai a igreja que te salvará; não será o número de jejuns que te perdoará; não será o quanto de dízimo ou ofertas que você der que vai te fazer  valioso diante de Deus; você não investe no reino de Deus quando dá ofertas. Você investe no reino de Deus quando se abriga em Cristo e age como Ele.

Ser filho de Deus é um direito que Jesus Cristo garantiu para você na cruz. O aceite e seja feliz. Se você alcança esse direito, orar, jejuar, ajudar as pessoas, ofertar, congregar, será sempre algo voluntário e prazeroso.

Ao estar em Jesus Cristo, você perceberá que já está salvo.

Lembra aquele arrependimento que te acompanha a anos por algum pecado cometido ou situação embaraçosa pela qual a aflição vem todo dia? Jesus já te perdoou!!! Lembra das portas do inferno que se posicionavam diante de você? Você aceitou a Jesus como Salvador? Elas não tem mais poder sobre você! Lembra da maldição que proferiram contra ti? Ela caiu por terra no momento em que você abraçou Jesus Cristo.

Deus te ama como um pai amoroso. Ele sorri para você. Ele quer te abraçar. Quer te limpar. Quer te levar para o céu. A decisão de ter todo esse amor, carinho e aconchego, não depende mais de Deus, pois Ele já decidiu te dar. Depende de você aceitar.

Um abraço a todos.

Oráculo.

sábado, 20 de junho de 2020

O CORONAVÍRUS E A PREPARAÇÃO DO CAMINHO AO ANTICRISTO


A paz do Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo.
Meus irmãos e amigos, quero compartilhar algo que tenho percebido. Hoje ao me dirigir a um estabelecimento comercial, me pus a refletir, ante a cena que presenciei. Na entrada estava um funcionário, com um termômetro digital, fazendo a checagem para verificar se algum dos clientes estava com febre ou não. Ao se aproximar uma pessoa o funcionário apontava um leitor óptico de temperatura. O aparelho, apontando estar ok, permitia que o funcionário, deixasse a pessoa saudável passar, seja para “comprar ou vender”. Tudo isso tem virado rotina em razão das medidas de combate a propagação do coronavírus.
Dentro de meu coração, mais que depressa algo me disse: a preparação mundial de controle toma, nestes tempos, um rumo acelerado. Sei que muitos tem dito que há pessoas que não podem ouvir um trovão que já pensam que o mundo vai se acabar.  Entretanto, não sejamos cegos.
No mesmo período em que o mundo testa suas formas de controle de população, em razão da pandemia deste 2020,  moedas digitais ganham força, meios de comunicação se aprimoram, a sociedade, mesmo que impulsionada pela necessidade, está sendo coagida a viver de forma digital. A necessidade de uma “simbiose” entre ser humano e o mundo virtual está sendo maximizada, de maneira que para comprar e vender, em breve, dependerá exclusivamente que cada um tenha uma “marca”, ou seja, um microchip ou uma “tatuagem” feita com nanopartículas capazes de proporcionar o rastreamento e a interligação entre indivíduo e rede mundial.
Irmãos. Jesus Cristo está voltando. É necessário que estejamos atentos a isso. É fato que muitos, que se chamam de pastores, parecem que estão a prestar um desserviço ao reino de Deus, anunciando que não tem problema alguém aceitar um chip ou algo similar mais avançado.
Não aceite marcações. Não se dobre ao controle mundial. Viva a vida em Cristo. Breve Ele estará nos buscando e digo: não vai demorar. Está mais perto que antes.
Deus vos abençoem.
Um abraço de seu irmão e amigo:

Oráculo.

sexta-feira, 28 de fevereiro de 2020

PASTORES “ANFÍBIOS”




A vinda do Senhor Jesus Cristo está mais próxima do que muitos imaginam. Basta uma simples pesquisa pelos buscadores da internet para constatarmos. O princípio das dores profetizado em no evangelho segundo escreveu Matheus, capítulo 24 começou. Terremotos, rumores de guerras, pestes, fome entre outros, se acentuam no cenário global, precisamente como foram anunciados por nosso Senhor Jesus.
Em consonância com o cronograma escatológico, temos a profecia do profeta Daniel (capítulo 12) cumprindo-se nitidamente: “a ciência se multiplicará”. Isso é uma realidade. Nunca na história da humanidade se testemunhou tamanho avança da ciência humana. Apesar disso, pode-se dizer que não chegamos ainda no apogeu das invenções.
Possivelmente as guerras futuras, o controle da população, as transações comerciais, em suma, a vida em sociedade, serão regidas pela tecnologia. De certa forma líderes mundiais alcançarão certa “onisciência” por meio de uma conexão mundial. Certamente isso facilitará muito a alocação do anticristo na posição de líder global.
Também podemos dizer que os últimos dias chegaram, ao observarmos o perfil de homens que existem hoje. O apóstolo Paulo certa vez profetizou para Timóteo:

Sabe, porém, isto: que nos últimos dias sobrevirão tempos trabalhosos; porque haverá homens amantes de si mesmos, avarentos, presunçosos, soberbos, blasfemos, desobedientes a pais e mães, ingratos, profanos, sem afeto natural, irreconciliáveis, caluniadores, incontinentes, cruéis, sem amor para com os bons, traidores, obstinados, orgulhosos, mais amigos dos deleites do que amigos de Deus, tendo aparência de piedade, mas negando a eficácia dela. Destes afasta-te.” (II Timóteo 3:1-5)

E isso está sendo evidenciado. Confesso que me sinto triste neste ponto, pois jamais imaginei que tal geração de “homens egocêntricos” seria criada e não só influenciada. A geração a qual eu pertenço, em geral, está criando o pior tipo de ser humano para o futuro: sem correção, sem disciplina, sem temor, sem respeito, sem humanidade. Está se cumprindo o que diz a bíblia.
Mas o que mais me surpreende, não são os cataclismos naturais, as guerras ou as modificações da sociedade. O que surpreende no que tange ao cumprimento das profecias, com relação ao fim dos tempos, é ver que o espírito do anticristo, que segundo João (I João 4:3) já estava no mundo desde o seu tempo, agora assumiu uma posição mais ofensiva.
Atualmente nos deparamos com supostos “pastores evangélicos” que tem sido verdadeiros instrumentos de satanás para escandalizar a igreja e o próprio nome de Deus. Suas infrações para com o Reino vão de pregações de heresias até estelionatos e outros crimes. Quantos estão arrebanhando milhares ao inferno.
Mas o interessante disso tudo, é que muitos “falsos pastores” começaram seu “ministério” como verdadeiros pregadores. Pregavam o que está na bíblia de forma intensa e sadia. Em outras palavras: eram verdadeiros “peixes” de Deus. Pois estavam imersos no Rio da Vida que é Jesus, respiravam como cristãos verdadeiros, até que um dia a metamorfose começou.
A bíblia diz em apocalipse 16:13, que o espírito que João via sair da boca do dragão,  da besta e do falso profeta eram semelhantes a rãs. O que isso significava? Que as palavras, ensinos, pregações, lideranças inicialmente, tais quais “girinos”, pareceriam com peixes (símbolo do cristianismo), mas com o tempo, sofreriam a devida metamorfose, crescendo penas e braços, passando a viver entre a terra e a água, ou seja: em lamaçais, brejos.
Temos testemunhado pessoas sendo enganadas e até mesmo deixando-se enganar por tais falsos pastores. Que possuem vida dupla: ora estão nas igrejas, ora estão se embriagando; ora estão na igreja orando, ora estão consultando a demônios; ora estão pregando santidade, ora estão se profanando.
Quantos estão fazendo das “ovelhas de Deus”, mercadoria para oferecer a políticos; quantos estão ameaçando pessoas de serem amaldiçoadas se não fizerem o que “eles” estão ordenando, sob o pretexto de estarem sendo orientados por Deus, mas nada demonstram que assim está ocorrendo. Quantos evitam pregar sobre o inferno, ou sobre a vinda de Jesus, por não acreditarem mais, no entanto temendo perder o “status”, não afirmam tal claramente.
Quantos pastores estão fazendo a igreja passar a ter a forma do mundo, por lhe ser mais agradável ter quantidade de pessoas do que santidade.
Hoje presenciamos muitas coisas dentro de templos: “carnaval gospel”, funk evangélico, manifestações carnais que parecem possessões malignas, tudo para atrair o público, mas que de fato afastam os santos.
Alegam tais pastores que estão ganhando almas para Cristo, quando na realidade arregimentam um grupo de pessoas sem raízes de fé, que ao primeiro momento de insatisfação ou saem dos templos para realizarem atos piores, ou se tornam novos pastores do inferno.
Deus nos chamou para ter uma vida a qual deve ser santa, reverente, preparada para o céu. Contudo o diabo tem semeado nesta Terra a profana ideia de que se pode viver duas vidas, uma religiosa e outra promiscua, pela qual não se precisa privar-se dos prazeres e desejos. Na natureza os animais com tal natureza de vida são chamados de anfíbios (duas vidas). Mas uma coisa precisamos considerar: se tais falsos pastores estão presentes no nosso século desta forma tão predatória, significa dizer também que a vinda do Senhor Jesus está tão próximo como nunca antes esteve.
Não aceitemos que pastores anfíbios deturpem a palavra de Deus ou o culto à Ele.
Um abraço.


Oráculo.