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segunda-feira, 21 de setembro de 2020

ARREBATAMENTO À VISTA - A IMPLEMENTAÇÃO DA MARCA DA BESTA COMEÇOU.

 

A pandemia iniciada pelo coronavírus proporcionou um impulso significativo para o cumprimento das profecias bíblicas. Por que digo isso? Permita-me explicar-lhe por meio de algumas observações realizadas nesse período.

Há um tempo atrás, antes mesmo do advento do COVID-19, eu havia produzido um trabalho que apontava a seguinte ideia: uma grande calamidade seria uma catalizador para acelerar a implantação de um sistema de governo mundial.

Qual não foi minha surpresa quando, antes de lança-lo em forma de arquivo, adveio a atual pandemia. A necessidade de adaptação e o temor por ser mais uma vítima do vírus, proporcionou que a forma de fazer negócios (comprar e vender) bem como a de trabalhar, ganhasse um impulso súbito.

Para se observar isso de forma clara, basta ir até um Shopping. Como assim? Ao buscar entrar num shopping, logo na portaria, você passará por uma simples triagem: verificação de temperatura. Mas a surpresa maior é que o termômetro digital geralmente é apontado para a testa ou para a mão direita.

Bom. Não estou dizendo que isso já é a leitura ou uma inserção secreta da marca da besta. Mas sem dúvidas está por gerar o costume mundial de ser identificado pela marca prevista na bíblia.

Em apocalipse 13:1.-18 está escrito:

  

“Também obrigou todos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e escravos, a receberem certa marca na mão direita ou na testa, para que ninguém pudesse comprar nem vender, a não ser quem tivesse a marca, que é o nome da besta ou o número do seu nome. Aqui há sabedoria. Aquele que tem entendimento calcule o número da besta, pois é número de homem. Seu número é seiscentos e sessenta e seis. Apocalipse 13:16-18

 

Vocês já observaram que quem não passassem na triagem realizada no shopping, não poderia entrar nem para comprar e nem para vender?

Calma. Não estamos ainda em plena demonstração da marca. Mas tenha certeza. O mundo já está em franca operação para acatar o governo mundial.

Soma-se a isso que a criação de moedas digitais que ganharam um maior incentivo. Isso eleva a necessidade de se ter marcas digitais, haja vista que moedas digitais em conta só podem ser utilizadas pelo titular da conta.

Jesus Cristo está voltando. Não precisa se preocupar com as coisas que estão acontecendo. Apenas sinta-se feliz e alegre, pois em breve estaremos subindo aos céus para conversarmos com Deus face a face.

Um grande abraço à todos.

A Graça e a Paz de nosso Senhor Jesus Cristo sejam com todos vocês.

 

Oráculo.

sexta-feira, 14 de agosto de 2020

ATENÇÃO! ENTENDAM ISSO RÁPIDO!! JESUS ESTÁ VOLTANDO!!!

 “CRISTÃO EMPREGADO”, “CRISTÃO ESCRAVO” E CRISTÃO FILHO: AS RELAÇÕES DO SER HUMANO PARA COM DEUS.


Não é uma novidade que os cristãos estão presentes no mundo aos bilhões. Contudo, apesar de dois mil anos de existência, muitos não entendem o que venha a ser o cristianismo propriamente dito. Muitos têm o cristianismo como uma religião, quando na verdade não o é. O cristianismo é um estilo de vida. Entretanto tal forma de viver depende profundamente do relacionamento que o ser humano tem com o seu criador.

Desde a raiz do cristianismo, ou seja, a forma de se relacionar e de cultuar dos hebreus verifica-se que há uma diferença na relação de pessoas para com Deus. Qual diferença? A espécie de relação abraçada. Bom, isso pode ser evidenciado na parábola que Jesus apresentou sobre o “filho pródigo”.

No evangelho escrito por Lucas, capítulo 15 versículos de 11 a 32, Jesus Cristo apresenta o relato de um home e seus dois filhos. Nesta parábola, o filho mais novo pede, levianamente, sua herança, mesmo antes de seu pai morrer; perde tudo o que recebeu do pai em uma terra distante, arrepende-se do que fez e retorna a casa do pai. Mas, diferente do que muitos pregadores têm anunciado, não é só a história do “filho pródigo” ou suas palavras ditas, que chamam a atenção.

O que o filho mais velho disse ao pai, quando não queria entrar na festa de boas vindas de seu irmão, é o que aponta os três níveis de relacionamento entre homem e Deus. O filho mais velho disse ao pai, quando esse veio lhe convidar a entrar e se alegrar:

"O filho mais velho encheu-se de ira, e não quis entrar. Então seu pai saiu e insistiu com ele.

Mas ele respondeu ao seu pai: ‘Olha! todos esses anos tenho trabalhado como um escravo ao teu serviço e nunca desobedeci às tuas ordens. Mas tu nunca me deste nem um cabrito para eu festejar com os meus amigos.” Lucas 15:28,29 – grifo nosso.

 

 

 

Note que apesar da condição de “filho”, aquele rapaz anuncia que trabalhava para o seu pai como um “escravo”, nunca desobedecendo a seus mandamentos. Ao dizer isso o pai lhe abre os olhos para algo que nunca em sua vida tinha atentado:

"...Meu filho, você está sempre comigo, e tudo o que tenho é seu.Lucas 15:31

 

Em outras palavras: você não é meu empregado e muito menos meu escravo. VOCÊ É MEU FILHO!!!

Bom. Esses são os tipos de relacionamentos que temos observados dentro do que chamamos hoje de igreja, e que na verdade são denominações, posto que “igreja” consiste nas pessoas convocados por Deus. Ou seja: nós.

Quais são os três tipos de relacionamentos?

Uma pessoa pode buscar se relacionar com Deus como um empregado, como um escravo ou como um filho. Porém, somente nos apropriamos da fé e das bênçãos de Deus, por meio do último tipo de relacionamento, ou seja: Filhos de Deus.

A “RELAÇÃO CONTRATUAL” ENTRE SERES HUMANOS E DEUS. Bom antes de mais nada, preciso dizer que esse título se dá apenas para fins didáticos, pois não há como o homem viver uma “relação contratual” com Deus, não coaduna com a natureza amorosa do Criador. Atualmente muitos cristãos, senão a maioria, estão a praticar unilateralmente esse tipo de relação, que deveras não agrada a Deus, pelo contrário: o faz ficar enfadado. Podemos visualizar um pouco do sentimento de Deus quanto a isso no livro do profeta Isaías capítulo 1, versículos de 11 à 14:

 

De que me serve a mim a multidão de vossos sacrifícios, diz o Senhor? Já estou farto dos holocaustos de carneiros, e da gordura de animais cevados; nem me agrado de sangue de bezerros, nem de cordeiros, nem de bodes.


Quando vindes para comparecer perante mim, quem requereu isto de vossas mãos, que viésseis a pisar os meus átrios?


Não continueis a trazer ofertas vãs; o incenso é para mim abominação, e as luas novas, e os sábados, e a convocação das assembleias; não posso suportar iniquidade, nem mesmo a reunião solene.
As vossas luas novas, e as vossas solenidades, a minha alma as odeia; já me são pesadas; já estou cansado de as sofrer. Isaías 1:11-14

 

Como um cristão pode estar em relação contratual com Deus?

Quantos, que se dizem cristãos, estão a ensinar erroneamente que devemos cumprir alguns rituais, se quisermos ser respondidos por Deus. Há muitos que dizem: ore e jejue durante sete semanas; faça uma campanha de setenta semanas; doe mais do que dez por cento para a construção de algum templo, e Deus vai te responder; se lance nos serviços eclesiásticos e Deus limpará sua alma. Isso é desagradável ao nosso Senhor.

Ao começar a cumprir “tarefas” para ser abençoado, o coração do indivíduo começa a se achar no direito de executar cobranças a Deus, tais como: eu não trabalhei para o Senhor? Cadê a minha bênção? Eu não servi o Senhor durante a minha vida, cadê o meu pagamento? Deus não é Deus? Por que não faz isso ou aquilo? Deus não pode curar? Então por que não cura? Se o Senhor fizer isso ou aquilo para mim, eu vou te servir!! Entende-se portanto que se Deus não der o que o “empregado” pediu (contratou), esse não verá razões para continuar ao lado de Deus.

Os cristãos empregados não adoram à Deus por quem Ele é ou por seu amor; o veneram pelo o que Ele pode dar. Ou seja: se Ele não der nada, eles fatalmente desviarão e blasfemarão do Senhor. Os cristãos “empregados” não seguem a Cristo pelo amor demonstrado na Cruz, mas pelas curas que podem ter, pelos pães multiplicados, pela nova Jerusalém feita de ouro que eles esperam possuir.

Se Deus dissesse: não tenho nada para lhes dar senão o amor, creio que muitos “cristãos empregados” desistiriam de ser cristãos e partiriam para quem pudesse lhes dar algo em troca. Não é esse tipo de relação que Deus quer com os seres humanos.

 

A “RELAÇÃO ESCRAVAGISTA” ENTRE SERES HUMANOS E DEUS. Outro tipo de relação que verificamos até hoje entre as pessoas, é a baseada na dominação e no medo, ou seja: na escravidão. Esse tipo de relação tem atravessado as mais diversas fases do cristianismo. Dentre as mais conhecidas pode-se citar o que ocorria na idade média, quando o pavor do inferno e do castigo eterno eram os discursos mais presentes para apavorar pessoas, a ponto delas não só seguirem a fé cristã, por medo, como também dar dinheiro, bens e outros recursos, que as vezes lhes faltavam, para manter as grandes catedrais e o estilo de vida extravagante dos líderes religiosos da época.

Isso ocorre até hoje. Quantos estão a esbravejar nos púlpitos, alegando que Deus castigará todo aquele que não trabalhar na igreja, ou não contribuir. Quantos estão a pregar que devem deixar pessoas sem assistência, mas jamais devem deixar de entregar dízimos. Quantos apontam obrigações da velha aliança, como se elas ainda fossem válidas após o sacrifício de Jesus Cristo na cruz.

Na relação escravagista, a religiosidade é predominante. As pessoas não seguem a Jesus Cristo porque Ele é bom e amoroso. As pessoas seguem um cristianismo deformado, e veneram a instituição religiosa, com um pavor tremendo de não frequentar os templos o suficiente para ser digno de salvação. E o pavor baseia-se na hipótese de ir para o inferno por não estar cumprindo todas as obrigações religiosas lhes impostas.

Essa relação é abominável e cruel, pois tem levado milhares a depressão e a angústia. Pessoas estão tão mergulhadas na possibilidade de um castigo cruel; são inclusive incapazes de se perdoar, mesmo ouvindo que Jesus Cristo já lhes perdoou. Vivem a angústia da incerteza da salvação e do perdão de seus pecados diariamente.

Quantos cristãos deixam-se dominar por pastores que agem como verdadeiros “capatazes” ou “carrascos”, por entender que se assim não permitirem “queimarão no fogo do inferno”. Essa relação tem como base o medo do castigo cruel. Tirem o castigo da relação, e essa não mais haverá. Deus não quer escravos. Deus quer filhos.

O perdão dos pecados não é alcançado pelo número de obras caridosas, pela frequência na “igreja”, pelo empenho nos trabalhos eclesiásticos. O perdão dos pecados foi alcançado em Cristo Jesus. Todo aquele que Nele Crer será Salvo. Todo aquele que estiver Nele não peca. É isso.

Você está em Cristo? Você crêr que ele é o Filho de Deus? Você crer que Deus o ressuscitou dos mortos? Perdoados são os teus pecados!!! Você está salvo em Cristo Jesus!!!

A “RELAÇÃO DE FILHOS” ENTRE SERES HUMANOS E DEUS. Nessa relação, mesmo não havendo ameaças ou pagamentos, continuamos ao lado de Deus, pois o vemos como um Pai amoroso. A nossa relação é de filhos. E a única coisa que precisamos fazer é crer em seu filho Jesus Cristo como Salvador.

Sei que muitos dirão: mas é só isso? Deve haver mais alguma coisa. Mais algum sacrifício. Mais alguma obrigação.

É SÓ ISSO. Não precisa mais sacrifício. Jesus Cristo morreu por nós. E se nós o aceitamos, vivemos Nele. E se vivemos Nele. Não pecamos mais.

Muitos “cristãos empregados ou escravos” dizem: se for só isso, vou desviar, pois pecarei e Ele depois me perdoará. Ora. Se você é filho de Deus, está em Jesus Cristo, e se você está em Jesus Cristo, você não peca e o maligno não lhe toca (1 João 5:18). Se você escolhe uma vida de pecados, você não esta em Cristo, aí sim, consequentemente, corre perigo.

Jesus ao se entregar por nós não garantiu contratos conosco, ou mesmo nos comprou como escravos. Jesus nos garantiu o direito de sermos filhos (João 1:12).

Logo, não se relacione com Deus pelo medo que possas ter Dele.

Não se relacione com Deus pelo que Ele pode te dar.

Venha a Jesus Cristo sem medo e sem interesses. Deus quer você como filho.

Jesus Cristo morreu na Cruz para te salvar. Ele tirou o pecado do Mundo. Não há porque você correr atrás de uma vida de Pecado ou de uma vida de escravidão; podes viver uma vida limpa e feliz com Jesus. Não será o número de vezes que você vai a igreja que te salvará; não será o número de jejuns que te perdoará; não será o quanto de dízimo ou ofertas que você der que vai te fazer  valioso diante de Deus; você não investe no reino de Deus quando dá ofertas. Você investe no reino de Deus quando se abriga em Cristo e age como Ele.

Ser filho de Deus é um direito que Jesus Cristo garantiu para você na cruz. O aceite e seja feliz. Se você alcança esse direito, orar, jejuar, ajudar as pessoas, ofertar, congregar, será sempre algo voluntário e prazeroso.

Ao estar em Jesus Cristo, você perceberá que já está salvo.

Lembra aquele arrependimento que te acompanha a anos por algum pecado cometido ou situação embaraçosa pela qual a aflição vem todo dia? Jesus já te perdoou!!! Lembra das portas do inferno que se posicionavam diante de você? Você aceitou a Jesus como Salvador? Elas não tem mais poder sobre você! Lembra da maldição que proferiram contra ti? Ela caiu por terra no momento em que você abraçou Jesus Cristo.

Deus te ama como um pai amoroso. Ele sorri para você. Ele quer te abraçar. Quer te limpar. Quer te levar para o céu. A decisão de ter todo esse amor, carinho e aconchego, não depende mais de Deus, pois Ele já decidiu te dar. Depende de você aceitar.

Um abraço a todos.

Oráculo.

sábado, 20 de junho de 2020

O CORONAVÍRUS E A PREPARAÇÃO DO CAMINHO AO ANTICRISTO


A paz do Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo.
Meus irmãos e amigos, quero compartilhar algo que tenho percebido. Hoje ao me dirigir a um estabelecimento comercial, me pus a refletir, ante a cena que presenciei. Na entrada estava um funcionário, com um termômetro digital, fazendo a checagem para verificar se algum dos clientes estava com febre ou não. Ao se aproximar uma pessoa o funcionário apontava um leitor óptico de temperatura. O aparelho, apontando estar ok, permitia que o funcionário, deixasse a pessoa saudável passar, seja para “comprar ou vender”. Tudo isso tem virado rotina em razão das medidas de combate a propagação do coronavírus.
Dentro de meu coração, mais que depressa algo me disse: a preparação mundial de controle toma, nestes tempos, um rumo acelerado. Sei que muitos tem dito que há pessoas que não podem ouvir um trovão que já pensam que o mundo vai se acabar.  Entretanto, não sejamos cegos.
No mesmo período em que o mundo testa suas formas de controle de população, em razão da pandemia deste 2020,  moedas digitais ganham força, meios de comunicação se aprimoram, a sociedade, mesmo que impulsionada pela necessidade, está sendo coagida a viver de forma digital. A necessidade de uma “simbiose” entre ser humano e o mundo virtual está sendo maximizada, de maneira que para comprar e vender, em breve, dependerá exclusivamente que cada um tenha uma “marca”, ou seja, um microchip ou uma “tatuagem” feita com nanopartículas capazes de proporcionar o rastreamento e a interligação entre indivíduo e rede mundial.
Irmãos. Jesus Cristo está voltando. É necessário que estejamos atentos a isso. É fato que muitos, que se chamam de pastores, parecem que estão a prestar um desserviço ao reino de Deus, anunciando que não tem problema alguém aceitar um chip ou algo similar mais avançado.
Não aceite marcações. Não se dobre ao controle mundial. Viva a vida em Cristo. Breve Ele estará nos buscando e digo: não vai demorar. Está mais perto que antes.
Deus vos abençoem.
Um abraço de seu irmão e amigo:

Oráculo.

sexta-feira, 28 de fevereiro de 2020

PASTORES “ANFÍBIOS”




A vinda do Senhor Jesus Cristo está mais próxima do que muitos imaginam. Basta uma simples pesquisa pelos buscadores da internet para constatarmos. O princípio das dores profetizado em no evangelho segundo escreveu Matheus, capítulo 24 começou. Terremotos, rumores de guerras, pestes, fome entre outros, se acentuam no cenário global, precisamente como foram anunciados por nosso Senhor Jesus.
Em consonância com o cronograma escatológico, temos a profecia do profeta Daniel (capítulo 12) cumprindo-se nitidamente: “a ciência se multiplicará”. Isso é uma realidade. Nunca na história da humanidade se testemunhou tamanho avança da ciência humana. Apesar disso, pode-se dizer que não chegamos ainda no apogeu das invenções.
Possivelmente as guerras futuras, o controle da população, as transações comerciais, em suma, a vida em sociedade, serão regidas pela tecnologia. De certa forma líderes mundiais alcançarão certa “onisciência” por meio de uma conexão mundial. Certamente isso facilitará muito a alocação do anticristo na posição de líder global.
Também podemos dizer que os últimos dias chegaram, ao observarmos o perfil de homens que existem hoje. O apóstolo Paulo certa vez profetizou para Timóteo:

Sabe, porém, isto: que nos últimos dias sobrevirão tempos trabalhosos; porque haverá homens amantes de si mesmos, avarentos, presunçosos, soberbos, blasfemos, desobedientes a pais e mães, ingratos, profanos, sem afeto natural, irreconciliáveis, caluniadores, incontinentes, cruéis, sem amor para com os bons, traidores, obstinados, orgulhosos, mais amigos dos deleites do que amigos de Deus, tendo aparência de piedade, mas negando a eficácia dela. Destes afasta-te.” (II Timóteo 3:1-5)

E isso está sendo evidenciado. Confesso que me sinto triste neste ponto, pois jamais imaginei que tal geração de “homens egocêntricos” seria criada e não só influenciada. A geração a qual eu pertenço, em geral, está criando o pior tipo de ser humano para o futuro: sem correção, sem disciplina, sem temor, sem respeito, sem humanidade. Está se cumprindo o que diz a bíblia.
Mas o que mais me surpreende, não são os cataclismos naturais, as guerras ou as modificações da sociedade. O que surpreende no que tange ao cumprimento das profecias, com relação ao fim dos tempos, é ver que o espírito do anticristo, que segundo João (I João 4:3) já estava no mundo desde o seu tempo, agora assumiu uma posição mais ofensiva.
Atualmente nos deparamos com supostos “pastores evangélicos” que tem sido verdadeiros instrumentos de satanás para escandalizar a igreja e o próprio nome de Deus. Suas infrações para com o Reino vão de pregações de heresias até estelionatos e outros crimes. Quantos estão arrebanhando milhares ao inferno.
Mas o interessante disso tudo, é que muitos “falsos pastores” começaram seu “ministério” como verdadeiros pregadores. Pregavam o que está na bíblia de forma intensa e sadia. Em outras palavras: eram verdadeiros “peixes” de Deus. Pois estavam imersos no Rio da Vida que é Jesus, respiravam como cristãos verdadeiros, até que um dia a metamorfose começou.
A bíblia diz em apocalipse 16:13, que o espírito que João via sair da boca do dragão,  da besta e do falso profeta eram semelhantes a rãs. O que isso significava? Que as palavras, ensinos, pregações, lideranças inicialmente, tais quais “girinos”, pareceriam com peixes (símbolo do cristianismo), mas com o tempo, sofreriam a devida metamorfose, crescendo penas e braços, passando a viver entre a terra e a água, ou seja: em lamaçais, brejos.
Temos testemunhado pessoas sendo enganadas e até mesmo deixando-se enganar por tais falsos pastores. Que possuem vida dupla: ora estão nas igrejas, ora estão se embriagando; ora estão na igreja orando, ora estão consultando a demônios; ora estão pregando santidade, ora estão se profanando.
Quantos estão fazendo das “ovelhas de Deus”, mercadoria para oferecer a políticos; quantos estão ameaçando pessoas de serem amaldiçoadas se não fizerem o que “eles” estão ordenando, sob o pretexto de estarem sendo orientados por Deus, mas nada demonstram que assim está ocorrendo. Quantos evitam pregar sobre o inferno, ou sobre a vinda de Jesus, por não acreditarem mais, no entanto temendo perder o “status”, não afirmam tal claramente.
Quantos pastores estão fazendo a igreja passar a ter a forma do mundo, por lhe ser mais agradável ter quantidade de pessoas do que santidade.
Hoje presenciamos muitas coisas dentro de templos: “carnaval gospel”, funk evangélico, manifestações carnais que parecem possessões malignas, tudo para atrair o público, mas que de fato afastam os santos.
Alegam tais pastores que estão ganhando almas para Cristo, quando na realidade arregimentam um grupo de pessoas sem raízes de fé, que ao primeiro momento de insatisfação ou saem dos templos para realizarem atos piores, ou se tornam novos pastores do inferno.
Deus nos chamou para ter uma vida a qual deve ser santa, reverente, preparada para o céu. Contudo o diabo tem semeado nesta Terra a profana ideia de que se pode viver duas vidas, uma religiosa e outra promiscua, pela qual não se precisa privar-se dos prazeres e desejos. Na natureza os animais com tal natureza de vida são chamados de anfíbios (duas vidas). Mas uma coisa precisamos considerar: se tais falsos pastores estão presentes no nosso século desta forma tão predatória, significa dizer também que a vinda do Senhor Jesus está tão próximo como nunca antes esteve.
Não aceitemos que pastores anfíbios deturpem a palavra de Deus ou o culto à Ele.
Um abraço.


Oráculo.